Eu, hoje, não sou mais um homem.
O sistema passou pela minha vida como um rio
e meu coração se deixou levar
não abro loja, sala, consultório
meu estabelecimento pulsa
o carro doa sangue, sou proprietário
dentre patrão e escravo de mim mesmo
escondo-me por detrás desse esforço
qual a religião e sua moral
entre os fundamentos da economia global
e há quem ore por tanta miséria
é dia de carnaval
os liberais não devem existir fora de mim
só em mim pode viver o fascismo
vamos nos comportar mal, sim?
Vi A Profecia, filme ordinário
E nele, a alegoria de um novo aeon
Devemos temer, não tenham coragem
Vamos garantir o emprego do panfleteiro
E a pulsação de meu empreendimento
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
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