É uma praxe a proliferação de mosquitos no verão.
Malditos... não chegavam até o décimo andar, agora estão conseguindo.
Nas últimas três noites eles entraram pela minha janela e tive de dormir com o abajur ligado. Tenho paciência...
Na noite anterior um deles me encheu tanto o saco que em um momento que ele sentou sobre o lençol, enrolei-o rapidamente no mesmo e dormi sem ele, então.
Agora, eu, na minha tranquilidade, filando um cigarro e bebendo a segunda cerveja.
Tem um maldito enxendo o saco.
Costumo apenas me mover quando eles pousam em mim, mas...
PLAFT!!
Senti um deles no meu antebraço direito e finquei a mão com a violência necessária.
"Foda-se a consciência!", foi o pensamento que me veio a cabeça e me senti bem.
domingo, 30 de dezembro de 2007
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(...)Um arco-íris de ar em águas profundas.
ResponderEliminarComo se tudo o mais me permitisses,
A mim me fotografo nuns portões de ferro
Ocres, altos, e eu mesma diluída e mínima
No dissoluto de toda despedida.
Como se te perdesse nos trens, nas estações
Ou contornando um círculo de águas
Removente ave, assim te somo a mim:
De redes e de anseios inundada.
Hilda Hilst.