sexta-feira, 29 de junho de 2007

Puta que pariu 26

Minha mão,
Tua cintura,
Estranhamentos loucos de uma velha aventura,
Cabelos de hortelã,
Faro de perdigueiro,
Olhos de lice,
Deixam dormir o alcoviteiro.
Espessura e estreiteza,
Negação da natureza,
Comprime em pálida morbidez,
O objetivo que concreto se fez,
Ao tingir-lhe a pele,
Com base clara,
Beleza tão rara nunca satisfez,
Conviver com o conde,
Presença que involuntária, compele
À companheira, de filha de Zeus com mortal, descobrir,
Ser ou deusa, não poder indagar,
Pela humanidade que reside em seus culotes,
Ter, entre pingüins, assumir.

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