É arte!
Pois que haja vida!
Que hajam vidas!
Que viva o animal, que viva o Ser!
Pois além da presente questão
Sua reflexão transformar-se-á em tetas de vaca.
Sim! Sou um artista!
E viver é o meu não-trabalho.
* * *
Rodeado de mentiras e bestas
Eu – animal – tento pensar que sou humano
Minha alma observa a ossada atentamente
O corpo sendo tocado pelo infinito
E não sendo tocado por ela.
Volto, volto!
Algo vai invadir a porta!
As paredes não são impenetráveis!
As bestas estão por todas as partes!
O espaço me assusta!
A ossada se levanta, agora sente-se melhor.
Penso, melhor.
Só precisa se deslocar nessa gelatina –
para chegar a algum lugar!
Algum lugar ou algum estado!
No qual minha alma
Neste pedaço de carne
Cole de novo.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
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