Sou um artista
Artista da vida
Meu meio é a sensibilidade
Minha fonte, meu corpo
Tal como uma planta
Deixo-o às vezes longe do sol
Sem água
E fico-o observando
Aplico-lhe a força das quatro estações
Em diferentes momentos
Não é desejado
É induzido
Mas quem há de dizer que não é natural?
Ser pessoas, todas elas
É possível
É preciso fazer do corpo a própria tela
E da alegria e da dor – a dor mais ainda
As cores selecionadas
Para depois, num breve momento de tranqüilidade
Compor a minha obra prima.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
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