Sala de aquário que eu não vou mais mergulhar.
Se olho sentado num banco de praça para o chão, o parque e o céu, o meu sujeito é óbvio: a árvore.
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Parques: eu conheço essa palavra. É como hoje são conhecidos onde mandamos nossas crianças. Mas quem iria dizer que é o recinto de atividades físicas usado no passado para treinar crianças no império dos helenos, apátridas e dos etruscos?
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Como em Tróia, assim são as pessoas e as cidades. As pessoas não-artistas não estão mortas, não. Estão no seu papel como sempre estiveram. Os artistas continuam compondo, criando mesmo, sabendo o único caminho que lhe resta. O artista é o amigo no barco, o motorista na faixa dupla, o que tenta construir um suporte para fazer a travessia à vida, à consciência e o retorno a floresta ao não-artista que não sabe andar.
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Nem os animais respeitam aquilo que os homens atribuíram conceitos de honra e respeitabilidade. Onde está a loucura?
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O artista é o responsável por fazer o Pinóquio se sentir um menino (uma pessoa num ser livre da natureza além).
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
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