2006 – sobre o documentário Kooyanisqatsi
Cena=> pessoas indo em direção a plataforma do trem. Foco numa pessoa só foco de atenção. O trem chega, todos entram menos essa pessoa. Seu nome que é um nome curto e o titulo do filme aparece no canto inferior direito.
-O planeta é uma ferida. Os outros também. A via láctea poderia ser um pulmão do universo. As nuvens que passam no mundo dentro da atmosfera, a fumaça de uma tragada do universo. Como feridas, estamos fadados a destruir tudo ou apenas sermos destruídos pela imunidade do universo.
-Nossas indústrias ajudam no processo. Só pararemos depois que os rios secarem
-A energia nuclear abre a ferida.
-Carro=> empilhados num pátio parecem letras de um luminoso
-mísseis enviados ao espaço: cura do planeta
-construções ajudam-nos a destruir o planeta e os prédios em que vivemos. Todos os prédios têm uma abelha rainha. Extraímos o néctar do mundo e os guardamos em nossas casas. Podemos culpar alguém por destruir nosso lar, considerando o que fizemos com as abelhas e suas colméias?
-E qual será o primeiro edifício cuja cobertura será além da atmosfera? A humanidade é uma praga que tenta se tornar, racionalmente, no que era, irracionalmente.
-Mulheres se colocam entre o homem e os gastos e o leva até ele assim como rato é levado pelo queijo à gaiola ou ratoeira.
- A noite o homem escolheu fazer do mundo um vagalume. Extraímos dos animais as suas melhores características e não percebemos que a inteligência que temos num nível mais alto é apenas mais uma delas que não pode nos ser subtraída senão pela auto-subtração.
-homem se diverte com representações infantis de sua própria alienação
-o ciclo não pára de se repetir. É necessário ir a algum lugar? Por que, se já estamos aqui?
-corremos, morremos, vivemos, lutamos em nome de uma bandeira, um símbolo que só deveria ter significado a quem o criou. Eu não agüento mais. Eu não agüento mais.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
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FILMÃO
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