quinta-feira, 28 de agosto de 2008

12/04/2007
Olhar o horizonte tem me dado apreensão do infinito. Quem são os ratos pra condenar um espírito livre ou preso em si mesmo? Talvez, gatos! Olho para as estrelas e digo: fiquem aí.

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Quem, tão raso e arrogante, me pergunta quem eu sou, como se eu fosse leviano o bastante para demarcar minhas próprias fronteiras?

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O garoto do supermercado foi até a prateleira para remarcar o preço da mercadoria, mas ela já havia se consumido.

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Eu sou o animal. A pessoa a que eu me refiro é a minha idealização de mim mesmo, por meio de vontades, por mim, aceitáveis e tidas como ideais.

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