sexta-feira, 25 de julho de 2008

Chapter 24

A letra “O” é azul
O número 7 é a jovem luz
Quando a escuridão é acrescida por um
Não sou eu que digo, está tudo no capítulo 24
O dente sangra diante da corda que o enforcaria
Os gatos são coveiros, tenho dito isso
Ei, você, recortada de uma revista
Sabe onde fica Queóras?
Eu sou o lenhador com um machado no ombro
Que corta toras de madeira às seis e meia da manhã
Tia Nélvi passando mel no pão caminhando descalça
Tira as cinzas do fogão
Urso!? Ventania!? Pulguentos...
Xícara de chá com pó ao fundo como adoçante
Madeira entra pela portinhola, calor sai pela chapa
Acordamos sempre tão loucos...

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