Se eu sofro de solidão, é pouco comparado com a solidão que sente o universo de ser um só, ontem e amanhã. É o único altruísta por excelência que se tem conhecimento. Existe para que existam dentro dele outras facções. Não parece óbvio, então, que, como irmãos e beneficiados pelo mesmo altruísmo devemos perceber a existência dessa gentileza que é indispensável a cada um de nós e dada na medida absolutamente suficiente também para cada um? É a mesma história, onde não houver diferença, nós mudaremos; onde houver igualdade, nós roubaremos.
Ó triste e solitário universo, acumulando versos em todos lados da tua existência não-compartilhada.
Eu sou a morte e você?
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
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