Agradeço ao chão, testemunha da mentira, presente aqui no tribunal da existência, pois se não é nele que bate a luz do sol, viveríamos sem essa grande ilusão – você sabe que ela preenche toda extensão da sua imaginação? – que está a nossa volta, sobre e abaixo, na qual é possível construir e não se desesperar. Eu, como advogado da verdade, devo levar em consideração o bem estar dos jurados e em nome da espécie que eles representam, dizer: não vos enganais! A claridade que lhes permite ver, vem do solo que reflete e não do sol que ilumina! Releiam o mundo! Os pássaros devem fazer isso também. Pelo menos os que não conseguem sair da atmosfera.
O Juiz está dispensado!
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
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