quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Mais do mesmo? Talvez...

Reconhecer vontade é o que impede o homem de enlouquecer.

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Quando tratamos de algo que nós nos consideramos especialistas, não é verdade que fazemos isso muito bem. Fazemos isso tão bem, na verdade, quanto alguém que não faz isso mal. Como não deixar a vaidade morrer de fome com esse amadurecimento? Como não naufragar no mar da apatia?

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O som só se propaga onde há gravidade. O espaço é onde nós estamos, Jetsons.

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Acho o passar do vento agradável para não morrer de medo dele.

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Como um urso cheirando colméias nos galhos das árvores, sou faminto! Isso pode me ser perigo. Até mesmo mortal. Meu objetivo? Morrer de indigestão antes de encontrar algo envenenado. Eis a sutil diferença entre fazer uso e desperdiçar.

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Liberdade! Essa palavra filha da puta não deveria existir! Se ela em si existisse, de fato, repressão seria algo inimaginável.

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Meu maior medo enquanto presidiário, é descobrir que não há nenhuma bola de ferro presa ao meu calcanhar. A cadeia é o lugar seguro.

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Nada é mais assustador ao homem do que ser exposto transcendentalmente à prova física de que, na verdade, absolutamente nada o impede, além do fino e frágil barbante da sua vontade, de concretizar aquilo que sempre o amedrontou.

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