Estações!
À vós entreguei o labirinto da minha beleza!
Achei que o único presente que poderia dar à tua melodia era a minha dança!
Jamais imaginaria eu, na benignidade de meu altruísmo, que poderia aprender passos tão divertidos.
Nenhum presente de grego, nenhum feitiço.
Fosse assim, não teria atravessado teu rigoso inverno com um tap de sapateado.
O número agora terminou!
Estações!
Uma nova música começou e gosto de não imaginar onde terminarei esse gingado ainda não tão solto.
Não me satisfaço em vê-lo terminado, assim como as estações não cansam de se renovar.
Mergulho longe do interstício de um número e outro.
A mim, agradam todas elas! Estações sem fim, eternas, pulsando vida, obrigam-me a decifrá-las, permitem tornar-me-as.
Eu posso dançar para sempre!
Estações!
Não parem jamais! Causa encanto sentir em mim os botões que tua aurora faz nascer e reconhecer deslumbrante o humor nascido na vasilha em que elas terão desabrochado.
Sufoco em inércia e apatia na tua ausência.
Preciso de ti constantemente.
Do contrário, não poder-me-ei haver felicitado.
Estações!
Uma após a outra, estão em todo lugar.
sábado, 4 de agosto de 2007
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