Contra a manutenção da loucura alheia:
A virtude não deve pedir licença!
Matai vosso receio de imposição quando, onde, com quem e quantas vezes quiser
Já nos cercaram com a ditadura do medo, agora vamos surrupiar a crueldade humana contra seu próprio apego!
A última ditadura há de ser lançada! E vai ser a ditadura da virtude em seu último e determinante manifesto!
Ao desarme da vontade sem clareza da crueldade!
À proibição incondicional dos transeuntes calabouços!
À exposição ao sol, e desintegração, dos vampiros e dos sanguessugas!
Impiedoso clarão da virtude: interrompa sempre e, sobretudo, sinta indiferença pela democracia.
Secundária, ela não é preponderante fora dos parâmetros que a ti cabe estabelecer.
Seja a vossa a nossa voz.
sábado, 25 de outubro de 2008
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