Não tem ninguém vivo dentro de cada um de nós.
Estar vivo é estar no limite das vontades entendidas.
Descobrir a morte é antecipar-se à origem da vontade.
Aquele vácuo. Conhece-o? Você conhece o Universo que há.
Ele canta, faz música através de mim. Eu faço coisas mas não estou ali.
E a música, são as coisas que eu posso me envolver para passar o tempo como for e me permite pensar que gosto de umas coisas e não de outras, que sou assim ou assado, quando sequer sou ou tu és. Ruim? Bem, essa é a nossa sintonia.
O Universo tem todas as aparências. Não somos parte de algo, nós somos a coisa toda.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
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