Ali, em verso uno, reunidas estão
As qualidades todas que eu prezei
O conhecimento que eu quis pra mim
A despretensão atenciosa ao ensinar
A delicadeza ao discordar
A discrição em sugerir
Técnica sensível de desconcertar qualquer um
Que por algum motivo ache que já devia saber tudo
Pensamentos que invadem minha mente
Que você sopra e apenas se importa que eu me sinta bem
Em pensar que eles são meus.
O sorriso desavergonhado, a felicidade estampada
Irradiando carinho, plantando amor
Invade qualquer coração de desejo de retribuir
como um caminho surge e é tão bem construído.
É como musica
E o aplauso é a manifestação espontânea de alguém
Que teve seus demônios levados pela onda que a musica jogou
E envia uma onda, mais singela, da maneira que pode,
Para que os seus também desapareçam, se houverem,
Na única clareza de gostar muito desse momento
Espírito e espírito dançando no espaço entre nós
Enquanto os corpos seguem sentados confortavelmente.
Querendo que continue sempre dali pra melhor ainda
Numa veneração pessoal sem término
Identificada estritamente de um amor, não-popularmente, platônico.
Bom ser um de seus pupilos.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
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