Na minha casa tem descanso, cama, sofá, vento nas costas
A mesma parafernália que não funciona esperando conserto
Eu volto com as mesmas coisas que fui na mochila
Mas eu trago algo novo comigo, trago sim
Eu não deixei a janela aberta e assim ela estava
Chovia dentro de todo o quarto e que haja chuva!
Que não importa, o abraço quente das suas pernas
De mim se separou, mas marcou pelo resto da noite
O que eu chamo, ao sentir fraterna presença, de suave repouso.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
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