quinta-feira, 26 de julho de 2007

chandelle, chandelle!

Guiado pela vontade assubstanciada. Vigiado pelo corpo permanentemente. Quem ou o que há, de fato? Ouço o sussurro de cada célula do meu corpo e procuro não prestar atenção na vontade individual e ímpar de cada uma sob risco de numa delas me reconhecer e das outras, por conseguinte, me perder pra sempre.

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