Urro atrás da pessoa
Sou animal frágil e selvagem
Tenho medo do espaço
Entre eu e todo mundo
Frágil e obstinado
Forte, portanto, sou ferro soldado
Sou a madeira inquebrável
O sonho inabalável
Minhas mãos são macias
Meus ossos pura determinação
No mundo louco sou todos
Sem pecado ou perdão
Mergulhado em mim mesmo
Apos chegar ao mais fundo eu
Vejo todos quando já morreu
O medo que nunca me mereceu
Tornei-me deus na realidade
E trago todas as divindades.
Nessa vida de limite, medo e perversidade
Desafiei todos os sensos
Me tornei anjo
E agora volto pra casa.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
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