sexta-feira, 29 de junho de 2007

Puta que pariu 18

Urro atrás da pessoa
Sou animal frágil e selvagem
Tenho medo do espaço
Entre eu e todo mundo

Frágil e obstinado
Forte, portanto, sou ferro soldado
Sou a madeira inquebrável
O sonho inabalável

Minhas mãos são macias
Meus ossos pura determinação
No mundo louco sou todos
Sem pecado ou perdão

Mergulhado em mim mesmo
Apos chegar ao mais fundo eu
Vejo todos quando já morreu
O medo que nunca me mereceu

Tornei-me deus na realidade
E trago todas as divindades.
Nessa vida de limite, medo e perversidade

Desafiei todos os sensos
Me tornei anjo
E agora volto pra casa.

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